Distrital do Porto pede rapidez na investigação à Parque Escolar

A distrital do Porto da Juventude Popular (JP) informa que pediu esta terça-feira a intervenção rápida do Ministério Público (MP) na investigação às conclusões da auditoria às contas da Parque Escolar.

“Após o Tribunal de Contas ter enviado para o Ministério Público as conclusões da auditoria às contas da Parque Escolar e 4 meses volvidos sem desenvolvimentos relevantes, a Distrital da JP pediu ao MP que considere este dossiê prioritário”, refere um comunicado da estrutura.

A JP do Porto quer ainda que o MP “investigue os riscos agravados para a ocorrência de fenómenos de corrupção que o próprio Tribunal de Contas referiu nas conclusões da sua auditoria”.

Os pedidos foram feitos “à margem de um dia dedicado ao tema Educação, no qual foram feitas diversas visitas a obras de escolas em curso”, refere o comunicado.

De acordo com a divulgação à imprensa, o presidente da JP do Porto, João Ribeirinho Soares, mostrou a sua “indignação pelas nefastas consequências da festa montada pela governação socialista e displicentemente elogiada na casa da democracia pela ex-ministra da educação Maria de Lurdes Rodrigues”.

“Numa altura de emergência nacional e orçamental, a JP questiona a quantos subsídios de Natal e de férias corresponderão a alarvidade despesista dos responsáveis da Parque Escolar e dos governantes socialistas que lhes deram cobertura”, prossegue o comunicado.

A JP recorda ainda que, nas notícias vindas a público em Março, após a auditoria do Tribunal de Contas à Parque Escolar, a instituição “indicava existirem pagamentos ilegais de fornecimentos sem o visto do Tribunal, como exige a lei do Orçamento do Estado”.

Fonte: Porto24

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